A morte de um Primeiro Ministro

Um dia, um Primeiro Ministro morre e apresenta-se às portas do Céu.
PM - Eu sou católico e mereço ficar aqui, se Deus quiser.

S.Pedro - Nós temos as nossas regras, somos democráticos e as pessoas devem escolher depois de conhecer os factos. O sr. vai para o Inferno, passa lá um dia e depois volta a fazer o mesmo no Céu antes de escolher onde pretende ficar.


O PM pega o elevador para o Inferno e a porta abre-se para um belo jardim, cheio de mulheres bonitas e muitos dos seus amigos políticos. Depois de muitos abraços e cumprimentos, é levado a um magnífico jantar, uma discoteca e acaba a noite nos braços de uma bela mulher. Na manhã seguinte, sobe de elevador para o Céu e é levado para o seu poiso numa nuvem e passa o dia a tocar harpa.


S. Pedro - Já fez a sua escolha?


PM - Lamento muito, mas lá na Terra os padres enganaram-me. Não tenho dúvidas que se está muito melhor no Inferno e é essa a minha escolha.


Volta a descer no elevador e desta vez depara-se com um terreno inóspito, cheio de calor e todos os seus amigos a carregarem sacos cheios de lixo podre e com um ar abatido.


PM- Então sr Diabo? O que se passa? Como é que isto mudou de ontem para hoje?


Diabo - Ontem estavamos em campanha eleitoral e hoje já votaste!

Tem comida para patos?

Um pato entra numa mercearia e pergunta ao merceeiro:

— Tem comida para patos?



O merceeiro responde:

— Não, não temos! Isto é uma mercearia. Agora desaparece daqui.



No dia seguinte, o pato vai à mesma mercearia, e pergunta de novo ao merceeiro:

— Tem comida para patos?



— NÃO! Eu disse-te ontem que não temos comida para patos. Desaparece daqui e não voltes!



No dia seguinte, o mesmo pato volta a entrar na mercearia e pergunta:

— Tem comida para patos?



O merceeiro grita:

— NÃO! NÓS NÃO TEMOS COMIDA PARA PATO E SE VENS CÁ MAIS ALGUMA VEZ PERGUNTAR POR COMIDA PARA PATOS, EU PREGO-TE OS PÉS AO CHÃO!



No dia seguinte, o pato volta e pergunta:

— Tem pregos?



O merceeiro, resignado responde:

— Não, não temos pregos.



— Ainda bem... e comida para patos?

Mais um espertinho...

Bem... um garoto maroto... entra no autocarro em baixa Lisboa para ir dar um passeio, e senta-se atrás do condutor.
Começa a cantar, maluquices....
- Se o meu pai fosse um porco, a minha mãe uma porca, eu era um porquito.
- Se o meu pai fosse um cão, a minha mãe uma cadela, eu era um cachorito.

Bem, o Condutor, começou a ficar irritado com a música dele, e virou-se para o miúdo e disse:
- Se o teu pai fosse um estúpido, a tua mãe uma estúpida, que eras tu?

O miúdo, disse de repente com grande orgulho:
- Seria condutor do autocarro!...

Lá isso é verdade.

Uma velhota chega à cidade com uma cesta cheia de pintainhos!
Dirige-se a um prédio e fala com o porteiro:
V- Bom dia, eu queria comprar este prédio.

P- A senhora desculpe, mas estes andares estão todos vendidos e os donos não querem vender!

A velha desiste e vai até ao centro comercial Brasília.
Vira-se para o securitas.
V- Bom dia, eu queria comprar este edifício.

S- Oh minha senhora, este edifício não está à venda, e as lojas estão todas ocupadas.

Mais uma vez a velha desiste e dirige-se ao edifício da Câmara.
Fala com a recepcionista:
V- Bom dia, eu queria comprar este edifício.

R- O minha senhora, este edifício é da Câmara, e não está à venda. De qualquer maneira onde é que a senhora tinha dinheiro para comprar este edifício!

V- Ai não que não tinha!

R- Ai sim, então explique lá como é que tinha!

V- Pois saiba que a minha filha escreveu lá para a terra a dizer que tinha vendido o pito, e que tinha comprado um apartamento, daí que eu com estes pitos todos posso muito bem comprar este edifício

São coisas que acontecem...

Há um culturista que está a mirar-se ao espelho e repara que está todo bronzeado, menos numa parte.
Resolve ir para a praia, enterrasse todo na areia e deixa de fora apenas a parte onde não está bronzeado.
Entretanto passam duas velhotas e diz uma para a outra:
- Olha para isto Maria! Não há justiça no Mundo!
Aos dez anos eu tinha medo disto;
aos vinte anos eu andava curiosa sobre isto;
aos trinta anos eu gozei-o;
aos quarenta eu perdi-o;
aos cinquenta, eu cheguei a pagar por isto;
aos sessenta anos, eu cheguei a rezar por isto;
aos setenta anos, até me cheguei a esquecer disto;
e agora, que já tenho oitenta anos, estas porcarias até crescem assim na areia!